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Registros da Evolução do “Mercado Rio-pardense”

Pode se dizer que Rio Pardo no tempo das “minas e dos currais”, foi rota para o Mercado de boiadas. Por volta de (1690-1772) foi no sertão do rio Pardo que o capitão Antonio Gonçalves Filgueiras, companheiro de Matias Cardoso, na guerra dos sete anos, conquista tribos indígenas em terras rio-pardenses. Em 1776 Rio Pardo já era conhecido, por aqui passava a estrada de Goiás a Conquista na Bahia, rota comercial dos boiadeiros e suas boiadas, seu ponto de parada eram as fazendas Curral Novo e Peri-peri.


Nos anos de 1800, Edneila Chaves, registra a participação, mesmo que pequena, de Rio Pardo no comercio de escravos no Mercado da região, a autora relata que a mão-de-obra escrava riopardense foi mantida, em grande medida, por meio da reprodução interna.Cônego Newton registra que em 1883 eram contabilizados no mercado de Rio Pardo 3.667 escravos.


Nas primeiras décadas do século XIX (1801 a 1830), o algodão em rama como o produto artesanal de Rio Pardo, por exemplo, era comercializado no Mercado regional, com frequência para Bahia, conduzido em bestas e em canoas nos trechos que o Rio Pardo era navegável.


No final da década de 1850, em virtude de condições adversas, a fábrica de ferro fundido da vila do Rio Pardo, teve uma tímida experiência no Mercado, além do ferro fundido, produziu alguns cravos e fechaduras; na localidade de Serrinha, atual distrito de Serra Nova, não mais produz, em consequência da má qualidade e os altos custos com o transporte e com os impostos.